Câmara de Campestre do Maranhão paga duas empresas de contabilidade e levanta questionamentos
A Câmara Municipal de Campestre do Maranhão voltou ao centro de questionamentos sobre a aplicação dos recursos públicos no exercício de 2025. Dados de contratos indicam que o Legislativo municipal realizou pagamentos a duas empresas distintas de assessoria contábil, o que tem causado estranheza entre cidadãos e observadores da gestão pública.
Conforme informações apuradas, foram contratadas as seguintes empresas:
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Mota e Rodrigues Assessoria e Consultoria Ltda (CNPJ nº 12.351.873/0001-28), com valor de R$ 88.000,00;
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Mendescon Assessoria Contábil Ltda (CNPJ nº 51.906.798/0001-76), com valor de R$ 132.000,00.
Objetos ;
EMPRESA ESPECIALIZADA, PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ACOMPANHAMENTO DO E-SOCIAL, RECURSOS HUMANOS, DE ACORDO COM PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 013/2025, INEXIBILIDADE Nº 005/2025 E TERMO DE CONTRATO Nº 013/2025.
EMPRESA ESPECIALIZADA, PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTABIL E ADMINISTRATIVA, DE ACORDO COM PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 010/2025, INEXIBILIDADE Nº 004/2025 E TERMO DE CONTRATO Nº 012/2025.
Somados, os contratos alcançam o montante de R$ 220 mil destinados exclusivamente a serviços de contabilidade em um único exercício financeiro.
A situação levanta questionamentos legítimos: por que uma Câmara Municipal necessita de dois contratos de assessoria contábil ao mesmo tempo? Quais são exatamente as atribuições de cada empresa? Há sobreposição de funções ou duplicidade de serviços?
Especialistas em gestão pública apontam que, embora a contratação de assessorias seja legal quando devidamente justificada, a existência de dois contratos para o mesmo tipo de serviço ( Dessa forma, a execução dos serviços relacionados ao e-Social configura-se como parte integrante da assessoria contábil, sendo necessária para garantir a correta prestação das informações aos órgãos de controle, o cumprimento da legislação e a regularidade fiscal do ente público.) não é comum e exige total transparência quanto à necessidade, economicidade e interesse público.
Para a população, o valor chama atenção. Uma Câmara que desembolsa R$ 220 mil com contabilidade, segundo críticas nas redes sociais, “deve ter muita conta para contabilizar”. A ironia reflete o sentimento de desconfiança diante do cenário apresentado.
Diante dos números e das dúvidas levantadas, cresce o apelo para que os órgãos de controle, em especial o Ministério Público do Maranhão, analisem os contratos, verifiquem a legalidade, a execução dos serviços e se houve respeito aos princípios da moralidade, eficiência e economicidade.
Transparência não é favor, é obrigação. E quando os recursos públicos estão em jogo, todo gasto precisa ser claramente explicado à sociedade.
Após mais de 8 anos, Lajeado Novo volta a ficar em dia com o CAUC
O município de Lajeado Novo alcançou um marco histórico na área administrativa: após mais de oito anos, a cidade voltou a ficar em dia com o CAUC (Cadastro Único de Convênios). O feito é resultado direto do trabalho de reorganização e responsabilidade fiscal implementado pela gestão do prefeito Itaires, que vem promovendo uma verdadeira transformação na administração pública municipal.
Estar regular no CAUC significa que o município cumpre rigorosamente suas obrigações junto aos órgãos de controle, como prestação de contas, regularidade previdenciária, fiscal e transparência na aplicação dos recursos públicos. Na prática, isso devolve a Lajeado Novo a capacidade de firmar convênios, receber transferências voluntárias e captar investimentos dos governos estadual e federal.
A atual gestão tem priorizado a pontualidade, o equilíbrio financeiro e o respeito às normas legais, rompendo com um longo período de inadimplência que prejudicou o desenvolvimento do município. O ajuste administrativo demonstra compromisso com a boa governança e com a retomada da credibilidade institucional.
Para a população, o impacto é direto: com o nome limpo nos cadastros oficiais, Lajeado Novo passa a ter mais oportunidades de investimentos em áreas essenciais como saúde, educação, infraestrutura e assistência social.
A chamada “gestão Itaires tratorzão” vem se consolidando como um novo tempo para o município, pautado pela organização administrativa, responsabilidade com o dinheiro público e compromisso com o futuro de Lajeado Novo. O resultado de estar em dia com o CAUC simboliza não apenas um avanço técnico, mas uma conquista histórica para toda a cidade.
Montes Altos e a desvalorização de quem trabalha: enquanto o nepotismo toma conta
Montes Altos vive um cenário que tem gerado revolta entre servidores e a população em geral. Denúncias que circulam nos bastidores da administração pública apontam a existência de supersalários, práticas de nepotismo e privilégios concentrados em um pequeno grupo ligado ao alto escalão do poder municipal.
Segundo relatos, há casos em que secretário municipal e filho estariam recebendo valores elevados, chegando a incluir pagamento de até 13º salário, situação que levanta sérios questionamentos sobre a legalidade e a moralidade administrativa. Enquanto isso, servidores que realmente sustentam o funcionamento da máquina pública enfrentam salários defasados, falta de reconhecimento e condições precárias de trabalho.
A percepção popular é de que se formou uma verdadeira “panelinha”, onde os mais próximos do poder acumulam cargos, benefícios e regalias, enquanto a maioria dos trabalhadores é deixada à margem. O discurso de valorização do servidor, frequentemente utilizado em campanhas políticas, não se reflete na prática cotidiana da gestão.
Especialistas em administração pública alertam que o nepotismo fere princípios constitucionais como a impessoalidade, a moralidade e a eficiência. Além disso, o pagamento de supersalários em um município de pequeno porte pode comprometer seriamente o equilíbrio financeiro, afetando investimentos em áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura.
Diante das denúncias, a sociedade de Montes Altos cobra transparência, fiscalização rigorosa e a atuação dos órgãos de controle. Afinal, enquanto poucos desfrutam de privilégios, quem realmente trabalha segue desvalorizado — uma realidade que exige respostas urgentes e medidas concretas em defesa do interesse público.
ÁUDIO VAZADO ACUSA ESQUEMA DE CORRUPÇÃO NA PREFEITURA DE SANTO ANTÔNIO DOS LOPES-MA
Um áudio vazado de reunião convocada pela prefeita Cibelle Napoleão (PL) com vereadores de Santo Antônio dos Lopes expõe graves denúncias de corrupção.
Demissão para os mestres, 13º para os asseclas: A lógica da gestão 'Meia Dúzia' em Montes Altos.
MONTES ALTOS – Se você é professor ou servidor contratado em Montes Altos e está esperando o seu 13º salário para pagar as contas de janeiro, temos uma notícia para você: você não faz parte da "Meia Dúzia". Enquanto o trabalhador comum foi brindado com a demissão logo após o encerramento do ano letivo — saindo com uma mão na frente e outra atrás —, o seleto grupo do "canto de orelha" do prefeito está rindo à toa com o bolso cheio.
A Gestão do "Boiadeiro" e do Selecionismo
Na cidade gerida pela dupla Boiadeiro e Garibaldi, o conceito de valorização do povo parece ter um filtro bem específico. O critério para receber os vencimentos rigorosamente em dia não é o mérito, o suor na sala de aula ou o serviço prestado à comunidade. O critério real acontece no "quintal do prefeito".
Para os subalternos de confiança e os puxadores de saco profissionais, o Papai Noel passou montado em um boi premiado e deixou o 13º salário completo. Já para o professor que passou o ano educando os filhos da terra, o presente foi o bilhete azul e o silêncio ensurdecedor da tesouraria.
Conversa de Canto de Orelha
Dizem que a economia de Montes Altos está ótima... para quem participa do ciclo íntimo da gestão. É o governo da acepção de pessoas: se você não está no "canto de orelha" trocando segredos ou validando cada passo da administração, o seu 13º salário virou lenda urbana.
É curioso observar como o discurso de "valorizar o povo" derrete quando chega na hora de abrir o cofre. Parece que, para o Boiadeiro, "povo" são apenas aqueles dez ou doze que aplaudem até erro de português. Para o restante, resta o descaso e a incerteza de como fechar o mês.
O "Elite" vs. O Trabalhador
Enquanto a prefeitura se cala sobre as demissões em massa de contratados sem o pagamento dos direitos básicos, a pequena nobreza do gabinete desfila com os bolsos forrados. Em Montes Altos, o Natal foi farto, mas apenas para quem tem o crachá carimbado pela amizade pessoal, e não pelo contrato de trabalho.
Fica a pergunta: Onde está a justiça para quem trabalhou o ano inteiro? Ou será que o 13º salário virou "bônus de fidelidade" para quem puxa o saco com mais vigor?
Ministério Público abre três investigações contra prefeita Belezinha
O Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA), por meio do promotor de Justiça Rodrigo Alves Cantanhede, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Chapadinha, instaurou três procedimentos distintos para apurar possíveis irregularidades envolvendo infraestrutura urbana, licitações públicas e funcionamento de farmácias no município de Chapadinha.
As medidas fazem parte da atuação do MP na defesa do patrimônio público, da legalidade administrativa e dos direitos coletivos da população.
– Rua do Aeroporto: moradores denunciam abandono e falta de pavimentação
Em um dos casos, o Ministério Público converteu a Notícia de Fato nº 000399-262/2024 em Inquérito Civil para apurar a ausência de pavimentação e as más condições de trafegabilidade da Rua do Aeroporto, após representação formal apresentada por moradores da região.
Segundo o MP, há relatos de buracos, crateras e dificuldades constantes de acesso, afetando diretamente a mobilidade e a qualidade de vida da população. O promotor Rodrigo Alves Cantanhede determinou: Requisição de informações à Secretaria Municipal de Infraestrutura e Urbanismo (SINURB); Esclarecimentos sobre a existência (ou não) de projeto e cronograma de pavimentação; Vistoria in loco, com registro fotográfico e oitiva de moradores.
O procedimento poderá resultar em recomendação administrativa ou Ação Civil Pública, caso as irregularidades sejam confirmadas.
– Farmácias funcionavam sem farmacêutico, aponta fiscalização
Outra frente de atuação do MP diz respeito ao funcionamento irregular de farmácias e drogarias em Chapadinha. A Notícia de Fato nº 001568-509/2023 foi convertida em Procedimento Administrativo, após inspeções constatarem o descumprimento da Lei Federal nº 13.021/2014, que exige a presença de farmacêutico durante todo o horário de funcionamento.
Fiscalizações realizadas pelo Ministério Público, Vigilância Sanitária e pelo Conselho Regional de Farmácia do Maranhão confirmaram que diversos estabelecimentos estavam operando sem profissional habilitado no momento das vistorias.
O MP notificou os responsáveis pelos estabelecimentos autuados para audiência extrajudicial, com o objetivo de regularizar a situação e proteger a saúde dos consumidores.
– Licitação de eventos sob suspeita em Chapadinha
O terceiro procedimento envolve a área de licitações públicas. O Ministério Público instaurou Inquérito Civil para apurar suposta irregularidade no Pregão Eletrônico nº 016/2024-SRP, realizado pelo Município de Chapadinha, após denúncia da empresa José Abidenago Nobre LTDA.
Segundo a representação, mesmo após apresentar a melhor proposta, a empresa teria sido submetida a exigências consideradas ilegais e restritivas, como a apresentação prévia de contratos com bandas musicais, em prazo exíguo, o que poderia comprometer a competitividade do certame.
O MP requisitou cópia integral do processo licitatório e informações sobre eventual contrato decorrente do pregão, para avaliar se houve violação aos princípios da legalidade, isonomia e competitividade.
Atuação firme do Ministério Público
As três apurações reforçam a atuação do promotor Rodrigo Alves Cantanhede na fiscalização da administração pública e na defesa dos interesses da sociedade chapadinhense.
Os procedimentos ainda estão em fase de instrução, e o Ministério Público ressalta que todos os envolvidos terão garantido o direito à ampla defesa e ao contraditório. Caso sejam confirmadas irregularidades, poderão ser adotadas medidas administrativas, recomendações ou ações judiciais.
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