Com o “Rei da Rachadinha” na diretoria, a água vai chegar só pela metade?



A nomeação do autointitulado “Rei da Rachadinha” para a diretoria já começa rendendo comentários — e piadas nada leves — nos bastidores. Conhecido mais pelos escândalos do que por feitos administrativos, o novo chefe agora assume o comando com a missão de gerir um serviço essencial: a água.

A pergunta que ecoa entre os moradores é simples e irônica: se tudo racha, será que a água também vai vir dividida? Meio copo para cada lado, talvez? Afinal, quando a fama precede a função, a desconfiança vem no pacote.

Depois de uma trajetória marcada por polêmicas, alianças suspeitas e histórias mal explicadas, o “rei” agora troca o trono político pela cadeira da diretoria. Resta saber se, desta vez, o fluxo será contínuo ou se a população vai continuar pagando a conta cheia para receber só metade do serviço.

No fim das contas, a água pode até ser transparente — mas a gestão, essa sim, segue turva.

URGENTE !!!! TJMA julga nesta sexta (23/1) pedido de intervenção estadual no município de Turilândia



O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), designou para esta sexta-feira (23/1), Sessão Extraordinária Presencial da Seção de Direito Público, pautando o julgamento da Representação para Intervenção Estadual proposta pelo Ministério Público Estadual perante o Município de Turilândia. A sessão acontece às 9h, na Sala do Pleninho, na sede do TJMA (Praça D. Pedro II, s/n., Centro, segundo andar).

A representação tem como relator o desembargador Gervásio Protásio dos Santos. 

Em despacho, o magistrado solicitou a designação de sessão extraordinária para apreciação da Representação do Ministério Público, por meio do procurador-geral de Justiça, que objetiva a intervenção estadual no Município de Turilândia, em razão da necessidade de restabelecimento da normalidade constitucional no referido ente federativo. 

Estacionamento rotativo no polo central de Imperatriz se consolida como acerto e impulsiona o comércio local


A implantação do estacionamento com vagas rotativas no polo central de Imperatriz tem se mostrado uma iniciativa acertada e estratégica para o fortalecimento do comércio local. A medida trouxe mais organização, segurança e praticidade para consumidores e comerciantes, especialmente na região do calçadão, um dos principais centros comerciais da cidade.

Com localização privilegiada, o estacionamento facilita o acesso dos clientes às lojas, estimula a circulação de pessoas e garante maior rotatividade de veículos, fator essencial para o aquecimento das vendas. Comerciantes da região já percebem o aumento no fluxo de consumidores, refletindo diretamente no desempenho do comércio.

A iniciativa, conduzida pelo prefeito Rildo Amaral e sua equipe, demonstra uma gestão atenta às necessidades dos comerciantes e comprometida com o desenvolvimento econômico do município. A proposta foi pensada para equilibrar mobilidade urbana e atividade comercial, criando um ambiente mais acessível e atrativo para quem compra e para quem vende.

Ao viabilizar maior fluxo e rotatividade de consumidores, o estacionamento no polo central reforça a importância do planejamento urbano como ferramenta de crescimento econômico. A ação se consolida como um exemplo de política pública que gera resultados positivos, beneficiando o comércio local e a população de Imperatriz como um todo.

Ex-prefeito de Cidelândia Fernando Teixeira é alvo de ação de Improbidade por irregularidades no Arraiá da Cida 2023


O ex-prefeito de Cidelândia, Fernando Augusto Coelho Teixeira, passou a ser réu em Ação de Improbidade Administrativa ajuizada pelo Município, em razão de supostas irregularidades na execução do Convênio nº 98/2023, firmado com o Governo do Estado do Maranhão para a realização do São João 2023.

Segundo consta na ação, o evento ocorreu entre os dias 23 e 29 de junho de 2023, porém as contratações necessárias para sua realização só foram formalizadas após o encerramento da festa, com adesão à ata de registro de preços e assinatura de contrato apenas no mês de julho do mesmo ano   .

A documentação reunida no processo aponta que a execução das despesas teria ocorrido sem o devido procedimento administrativo prévio, o que contraria normas básicas da administração pública e compromete o controle da legalidade dos gastos.

Durante a análise da prestação de contas, a Secretaria de Estado da Cultura (SECMA) identificou falhas relevantes, entre elas a existência de nota de empenho de elevado valor, sem identificação clara da autoridade responsável pela autorização da despesa, circunstância que fragiliza a transparência e a rastreabilidade do uso dos recursos públicos   .

O ex-prefeito Fernando Augusto Coelho Teixeira foi formalmente notificado para apresentar esclarecimentos e documentos complementares, mas, conforme narrado na ação, não apresentou manifestação dentro do prazo concedido, o que levou à reprovação integral da prestação de contas do convênio pelo órgão estadual.

Com a ação judicial, o Município busca a responsabilização do ex-gestor, incluindo possível ressarcimento ao erário, aplicação de multa e demais sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa. O processo segue em tramitação na Vara da Fazenda Pública da Comarca de Açailândia.



Prefeitura aluga veículos de loja de roupas e levanta dúvidas sobre fornecimento de máquinas pesadas e ônibus



A Prefeitura firmou contrato de aluguel de veículos com uma empresa cujo ramo de atividade é o comércio de roupas, funcionando como uma boutique. O caso causa estranheza, principalmente diante do questionamento: como uma loja de roupas irá fornecer máquinas pesadas e ônibus?

A incompatibilidade entre o objeto social da empresa e os serviços contratados levanta dúvidas sobre a legalidade, a capacidade técnica e a regularidade do processo licitatório, além de reforçar a necessidade de apuração por parte dos órgãos de controle.


Em breve todos os detalhes, nomes e registros completo da documentação e do processo licitatório.

Câmara de Campestre do Maranhão paga duas empresas de contabilidade e levanta questionamentos



A Câmara Municipal de Campestre do Maranhão voltou ao centro de questionamentos sobre a aplicação dos recursos públicos no exercício de 2025. Dados de contratos indicam que o Legislativo municipal realizou pagamentos a duas empresas distintas de assessoria contábil, o que tem causado estranheza entre cidadãos e observadores da gestão pública.

Conforme informações apuradas, foram contratadas as seguintes empresas:

  • Mota e Rodrigues Assessoria e Consultoria Ltda (CNPJ nº 12.351.873/0001-28), com valor de R$ 88.000,00;

  • Mendescon Assessoria Contábil Ltda (CNPJ nº 51.906.798/0001-76), com valor de R$ 132.000,00.

    Objetos ;

    EMPRESA ESPECIALIZADA, PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ACOMPANHAMENTO DO E-SOCIAL, RECURSOS HUMANOS, DE ACORDO COM PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 013/2025, INEXIBILIDADE Nº 005/2025 E TERMO DE CONTRATO Nº 013/2025.

    EMPRESA ESPECIALIZADA, PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTABIL E ADMINISTRATIVA, DE ACORDO COM PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 010/2025, INEXIBILIDADE Nº 004/2025 E TERMO DE CONTRATO Nº 012/2025. 

Somados, os contratos alcançam o montante de R$ 220 mil destinados exclusivamente a serviços de contabilidade em um único exercício financeiro.

A situação levanta questionamentos legítimos: por que uma Câmara Municipal necessita de dois contratos de assessoria contábil ao mesmo tempo? Quais são exatamente as atribuições de cada empresa? Há sobreposição de funções ou duplicidade de serviços?

Especialistas em gestão pública apontam que, embora a contratação de assessorias seja legal quando devidamente justificada, a existência de dois contratos para o mesmo tipo de serviço Dessa forma, a execução dos serviços relacionados ao e-Social configura-se como parte integrante da assessoria contábil, sendo necessária para garantir a correta prestação das informações aos órgãos de controle, o cumprimento da legislação e a regularidade fiscal do ente público.)  não é comum e exige total transparência quanto à necessidade, economicidade e interesse público.

Para a população, o valor chama atenção. Uma Câmara que desembolsa R$ 220 mil com contabilidade, segundo críticas nas redes sociais, “deve ter muita conta para contabilizar”. A ironia reflete o sentimento de desconfiança diante do cenário apresentado.

Diante dos números e das dúvidas levantadas, cresce o apelo para que os órgãos de controle, em especial o Ministério Público do Maranhão, analisem os contratos, verifiquem a legalidade, a execução dos serviços e se houve respeito aos princípios da moralidade, eficiência e economicidade.

Transparência não é favor, é obrigação. E quando os recursos públicos estão em jogo, todo gasto precisa ser claramente explicado à sociedade.

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