Auditoria Federal cobra explicações de mais de R$ 1 milhão na Saúde, sob a gestão do ex-prefeito Fernando Teixeira
AUDITORIA FEDERAL COBRA EXPLICAÇÕES SOBRE R$ 1 MILHÃO NA SAÚDE DE CIDELÂNDIA
A saúde pública de Cidelândia entrou definitivamente no radar de fiscalização federal. Um documento oficial da Auditoria nº 20.175, conduzida pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS, revela que recursos destinados ao município sob a gestão do ex-prefeito FERNANDO TEIXEIRA, estão sendo alvo de apuração detalhada.
De acordo com o Documento oficial vinculado à Auditoria nº 20.175, conduzida pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS, solicita uma série de informações detalhadas sobre a execução de recursos de uma emenda parlamentar no valor de R$ 1.000.000,00.
O recurso, referente à Emenda nº 71110001, foi destinado ao Fundo Municipal de Saúde e está sendo analisado quanto à sua correta aplicação.
O recurso, referente à Emenda nº 71110001, foi destinado ao Fundo Municipal de Saúde e está sendo analisado quanto à sua correta aplicação.
A condução da pasta à época, sob responsabilidade da secretária Socorro Costa, também passa a ser alvo de questionamentos, já que a Secretaria de Saúde é o órgão diretamente responsável pela execução e acompanhamento dos recursos do SUS no município.
Em Cidelândia, a auditoria estaria analisando contratos, pagamentos, prestação de serviços e dados informados aos sistemas oficiais do SUS.
Até o momento, não há divulgação de relatório oficial conclusivo. A ausência de informações detalhadas mantém o assunto no campo da expectativa e aumenta a pressão por esclarecimentos.
A população aguarda respostas claras sobre o que está sendo analisado e quais poderão ser as conclusões da auditoria.
Prefeito Jorge Vieira celebra aniversário com destaque para liderança e aprovação popular em Vila Nova dos Martírios
Nesta data especial, o município de Vila Nova dos Martírios celebra o aniversário do prefeito Jorge Vieira, gestor reeleito que vem consolidando sua atuação como uma das principais lideranças políticas da região.
Reconduzido ao cargo pela vontade da maioria da população, o prefeito tem se destacado pela forte aceitação popular, reflexo de uma gestão marcada por presença ativa, diálogo com a comunidade e execução de ações voltadas ao desenvolvimento do município.
Ao longo de seu mandato, Jorge Vieira tem buscado fortalecer áreas essenciais como infraestrutura, educação e serviços públicos, o que contribuiu para ampliar sua base de apoio e reconhecimento entre os moradores.
Além da atuação administrativa, o prefeito também vem ganhando espaço como liderança regional, participando de articulações políticas e defendendo pautas de interesse dos municípios da região.
O aniversário do gestor não apenas marca mais um ano de vida, mas também simboliza um momento de reconhecimento por parte da população, que vê em sua gestão um modelo de continuidade e compromisso com o progresso de Vila Nova dos Martírios.
A data é celebrada por aliados, lideranças locais e cidadãos que acompanham de perto a trajetória política do prefeito e seu trabalho à frente da administração municipal.
SANTA INÊS : Pacientes do TFD denunciam novo caso de descaso em transporte para tratamento de saúde
Usuários do programa de Tratamento Fora do Domicílio (TFD) voltaram a denunciar problemas no transporte oferecido pelo poder público. Desta vez, pacientes que saíam de Santa Inês com destino a São Luís enfrentaram mais um episódio de transtorno após o veículo apresentar falha mecânica durante o trajeto.
Segundo relatos, a situação já não é novidade para quem depende do serviço. Quebras recorrentes, atrasos e falta de estrutura adequada têm sido apontados como problemas frequentes, gerando revolta entre os usuários, que precisam se deslocar para tratamentos muitas vezes urgentes e essenciais.
O caso evidencia a precariedade na manutenção da frota e levanta questionamentos sobre a qualidade do serviço prestado. Para muitos pacientes, o TFD é a única alternativa para acesso a atendimentos especializados fora do município, o que torna a falha ainda mais grave.
Enquanto o poder público não apresenta soluções efetivas, quem mais sofre são os cidadãos, que além dos desafios de saúde, precisam lidar com incertezas e dificuldades no deslocamento. A repetição dos problemas reforça a necessidade urgente de medidas que garantam segurança, dignidade e continuidade no atendimento desses pacientes.
Prefeito pretende gastar quase R$ 7 milhões em bloquetes e edital sem transparência e informações relavantes.
Um edital recentemente publicado pela Prefeitura tem gerado questionamentos ao prever um investimento de R$ 6.298.262,92 para serviços de pavimentação em bloquete. O valor, considerado elevado, chamou atenção principalmente pela falta de detalhamento técnico das obras previstas.
De acordo com o documento, não há especificação clara sobre quais ruas serão contempladas, tampouco informações completas sobre os serviços a serem executados. Além disso, no portal da transparência do município, não foram disponibilizados itens fundamentais como planilha de referência de custos e o projeto básico ou executivo que deu origem à licitação — documentos essenciais para garantir a lisura e o controle social do gasto público.
Especialistas em obras públicas alertam que esse tipo de ausência compromete a transparência do processo e dificulta a fiscalização por parte da população e dos órgãos de controle.
Comparação com valores de mercado
Dados de contratos recentes no Maranhão, inclusive com base em obras executadas pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba, mostram que o custo médio de pavimentação com bloquete em obras completas — incluindo base, sub-base, drenagem e meio-fio — costuma variar entre:
R$ 140 a R$ 200 por metro quadrado
O que daria para fazer com R$ 6,2 milhões?
Considerando esse montante, é possível estimar a área que poderia ser pavimentada:
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R$ 120/m² (mais básico): cerca de 52.485 m²
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R$ 150/m² (valor médio): cerca de 41.988 m²
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R$ 180/m² (obra completa): cerca de 34.990 m²
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R$ 200/m² (padrão alto): cerca de 31.491 m²
Os números demonstram que o valor previsto no edital é suficiente para pavimentar uma área significativa. No entanto, sem o detalhamento técnico, não é possível verificar se o custo está compatível com o que será efetivamente executado.
Falta de transparência preocupa
A ausência de informações básicas no edital levanta dúvidas sobre o planejamento da gestão e abre espaço para questionamentos sobre possível sobrepreço ou direcionamento. Em licitações públicas, a clareza dos dados é essencial para assegurar competitividade, economicidade e legalidade.
Diante disso, cresce a expectativa de que órgãos de controle, como tribunais de contas e o Ministério Público, possam acompanhar o caso mais de perto.
Enquanto isso, a população aguarda esclarecimentos sobre onde e como serão aplicados os quase R$ 7 milhões previstos para pavimentação — um investimento que, se bem executado, pode trazer melhorias importantes, mas que exige total transparência na sua aplicação.
Anatel deflagra operação nacional contra provedores clandestinos de internet
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu início à Operação Provedor Legal, a primeira ação fiscalizatória de alcance nacional voltada ao combate à exploração clandestina do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), popularmente conhecido como banda larga fixa.
A operação ocorreu simultaneamente em diversos estados do país, contando com o apoio da Polícia Federal, além das polícias civis e militares. O objetivo principal foi interromper a atuação de prestadoras de serviços de internet que operam fora das normas estabelecidas, sem autorização ou em desacordo com a regulamentação do setor.
Segundo a Anatel, a ação faz parte de um plano mais amplo de enfrentamento à concorrência desleal no mercado de telecomunicações. Empresas clandestinas, além de não cumprirem exigências legais, frequentemente oferecem serviços sem garantia de qualidade e segurança, o que pode trazer prejuízos diretos aos consumidores.
A Operação Provedor Legal integra o Plano de Ação da agência reguladora, que busca promover um ambiente mais equilibrado entre as empresas, garantindo que apenas prestadoras devidamente autorizadas atuem no setor. A iniciativa também visa proteger os usuários, assegurando maior confiabilidade nos serviços contratados.
Com a ofensiva, a expectativa é reduzir significativamente a atuação irregular no mercado e reforçar a importância do cumprimento das regras, tanto para empresas quanto para consumidores que dependem diariamente da conectividade.
Explosão de ATA “caronas” levanta suspeitas sobre gestão em Itinga do Maranhão
A Prefeitura de Itinga do Maranhão entrou no radar de críticas após registrar um volume incomum de adesões a atas de registro de preços — prática conhecida como “carona”. Embora o mecanismo seja legal, o uso em larga escala tem levantado questionamentos sérios sobre planejamento, transparência e possível direcionamento de contratos.
Na prática, a “carona” permite que um município aproveite licitações realizadas por outros órgãos, sem precisar abrir um novo processo licitatório. O problema surge quando essa ferramenta, que deveria ser exceção, passa a ser regra. Em Itinga, o que se observa é justamente o oposto do esperado: uma gestão que parece depender quase exclusivamente desse tipo de contratação.
Especialistas em administração pública alertam que o uso excessivo de atas de terceiros pode indicar falta de planejamento ou até tentativa de burlar a competitividade das licitações. Afinal, ao aderir a uma ata já existente, o município deixa de promover disputa própria, reduzindo a transparência e limitando a participação de fornecedores locais.
Outro ponto que chama atenção é a ausência de explicações detalhadas por parte da gestão municipal. Até agora, não há clareza sobre os critérios utilizados para justificar tantas adesões, nem sobre a real vantagem econômica dessas contratações. Sem essas informações, cresce a desconfiança de que o instrumento esteja sendo utilizado de forma indevida.
Órgãos de controle, como tribunais de contas e o Ministério Público, costumam acompanhar com atenção esse tipo de movimentação, especialmente quando há indícios de uso recorrente e fora do padrão. Caso sejam identificadas irregularidades, os responsáveis podem responder por danos ao erário e violação dos princípios da administração pública.
Enquanto isso, a população de Itinga do Maranhão segue sem respostas concretas. O que deveria ser uma ferramenta de agilidade virou motivo de preocupação — e reforça a necessidade urgente de mais transparência, planejamento e responsabilidade na gestão dos recursos públicos.
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